Alarme e videovigilância

Cada vez mais existe a necessidade de proteger os ativos da sua empresa, que vão desde as suas instalações aos bens que se encontram lá dentro bem como aos seus próprios colaboradores. Para isso, poderá recorrer a Sistemas de Alarme e Videovigilância profissionais que monitorizam toda a actividade, diária e noturna, no local onde a instalar.
Independentemente da dimensão da empresa, seja um negócio familiar, um armazém de grandes proporções ou um escritório de trabalho, com um sistema de alarme e videovigilância terá sempre os seus bens e ativos mais seguros.

Explore a categoria de Sistemas de Videovigilância para Empresas e opte pelo dispositivo que melhor se adequa às suas necessidades. Poderá também optar por um Detetor de Movimento, aplicável em espaços interiores como escritórios, salas de reunião ou edifícios públicos, e que é accionado ao mínimo movimento. 

Neste âmbito, é de extrema importância ter conhecimento das mais recentes alterações legais sobre a instalação de sistemas de videovigilância fora da via pública. No dia 25 de Maio de 2018 entrou em vigor o novo Regulamento Europeu, que prevê que qualquer particular, empresa pública ou privada instale um sistema de videovigilância fora da via pública sem autorização prévia da Comissão Nacional de Proteção de Dados (CNPD) ou de qualquer autoridade pública. Esta autorização prévia obrigatória acaba com a aplicação do novo Regulamento-Geral de Protecção dos Dados.
No entanto, o conjunto de regras e limites à utilização destes equipamentos manteve-se. Não se preocupe, pois elaborámos uma lista onde irá encontrar uma síntese das normas que devem ser respeitadas:

  • As imagens só podem ser conservadas até 30 dias após a sua captação. No final deste prazo têm de ser destruídas.
  • Não é permitida a recolha de som na esmagadora maioria dos casos.
  • Todas as pessoas com acesso às gravações, no âmbito das suas funções, devem guardar sigilo sobre elas, sob pena de cometerem um crime.
  • É proibido copiar as gravações, com excepção dos pedidos feitos no âmbito de investigações criminais devidamente identificadas.
  • A recolha de imagens deve confinar-se às áreas usadas pela entidade responsável pelo sistema, não podendo abranger a via pública ou propriedades vizinhas.
  • As câmaras não podem incidir regularmente sobre os trabalhadores durante a actividade laboral, nem as imagens podem ser utilizadas para controlar essa actividade, seja para aferir a produtividade seja para efeitos disciplinares
  • As câmaras não podem estar direccionadas para as zonas de digitação de códigos das caixas multibanco ou de outros terminais de pagamento.
  • Está totalmente proibida a recolha de imagens no acesso ou no interior de instalações sanitárias, balneários, vestiários ou áreas de descanso destinadas aos trabalhadores, bem como nas áreas de cozinha e copa.
  • Qualquer pessoa abrangida por uma gravação tem o direito de aceder às respectivas imagens, salvo se estas estiverem a ser utilizadas no âmbito de uma investigação criminal.
  • É obrigatória a fixação de avisos informativos a alertar para a existência de videovigilância, com a menção “Para sua protecção, este local é objecto de videovigilância”. É igualmente obrigatória a identificação do responsável pelo tratamento dos dados perante quem se pode exercer o direito de acesso às imagens.